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15
out
11

| escritório de advocacia na áfrica do sul |

O escritório de arquitetura Collaboration desenvolveu o projeto de interiores da nova sede do escritório de advocacia Deneys Reitz, em Cape Town, África do Sul. Partindo do perfil corporativo , os espaços se mostram muito funcionais e elegantes. Achei muito bacana porque quebra aquela imagem bem tradicional de um escritório de advocacia , dando um toque de leveza.

Segue as fotos!

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11
out
11

residência contemporânea em bh

Leitores do blog,

Primeiro peço desculpas pela falta de posts. Estou no meio das férias, então vim aqui deixar um post e pedir que continuem seguindo este querido blog! 😀

O post de hoje é sobre esta residência em Belo Horizonte, Minas Gerais. A equipe do Anastasia Arquitetos foi contratada para desenvolver o projeto de uma casa com espaços integrados, com maior sensação de amplitude. A área construída de 370 m² foi suficiente para abrigar todo o programa de necessidades de maneira adequada, respeitando as funcionalidades de cada ambiente.

Com uma linguagem arquitetônica clara e rica nos detalhes, o projeto remete ao Modernismo Brasileiro das décadas de 50,60 em virtude de suas linhas retas, e também do concreto aparente. Sei que muitas pessoas não gostam muito da aparência do concreto, mas acho que se ele for muito bem executado e mantido (isto é sem manchas, infiltrações, etc) o resultado fica muito legal. E destaque também para esse balanço (ausência de pilares/colunas) do terraço, belíssimo!

Fonte: Contemporist.com

29
set
11

…mais quartos…

Achei legal essa seleção de quartos. Diferentes estilos e propósitos, mas sempre resultando em um ambiente acolhedor.

Fonte: casa.com.br

27
set
11

…ópera de Oslo…

A Ópera de Oslo, capital Noruega, foi inaugurada em 2008, e desde então minha vontade de conheçer Oslo só aumenta. Seria um caso bem explorado de arquiteturismo?

O fato que é o prédio dá um show de projeto. Sua integração com tecido urbano faz com que haja total integração e uso múltiplo dos seus espaços, seja para um belo espetáculo seja para apreciar um pôr do sol no mar Báltico.

O projeto foi resultado de um concurso internacional realizado em 2000, que atraiu 240 inscritos de todo o mundo (o maior concurso realizado até então na Noruega). O edifício, com área construída de aproximadamente 38.500 m2. Os planos inclinados remetem aos fiordes noruegueses, como se nascessem do mar.As pessoas podem subir por essas rampas e curtir a paisagem, a cidade, ler, conferindo esse uso múltiplo do espaço.

O prédio abriga 1.100 espaços agrupados por setores. Com acesso pela estação central de trens da cidade, inclui o foyer principal, um auditório para 1.350 lugares e outro menor, para 400 lugares.

Eu gosto bastante, e vcs que acham?

Fonte das imagens: Dezeen e vidrado.com

22
set
11

kaa restaurante

O arquiteto Arthur Casas projetou restaurante Kaa, em São Paulo. Sua ideia era criar um ambiente para longa permanência, relaxante, que fizesse menção a um cenário não urbano e escapista.

Destaque para o jardim vertical que percorre praticamente toda a extensão longitudinal do restaurante. O jardim é feito com espécies tropicais, sobretudo da Mata Atlântica.
A linguagem clara e atemporal não se torna fria, pois é muito bem pontuada por uma decoração aconchegante.

Fotos: CoolHunter e Arcoweb.

Até mais 🙂

15
set
11

.loja conceito das Havaianas.

Outro arquiteto brasileiro que admiro muito o trabalho é Isay Wenfield. O arquiteto concebeu a loja conceito das Havaianas na Oscar Freire, em São Paulo.

O espaços traz impresso as marcas da brasilidade que a marca representa tão bem. Com um grande espaço integrado, os produtos são expostos de maneira criativa, como por exemplo o balcão central que se assemelha a uma feira e um contêiner que abriga os modelos “tipo exportação”.

Outro destaque são as linhas minimalistas de sua arquitetura, com sheds que privilegiam a iluminação natural .

Fonte das fotos: Dezzen

15
set
11

espaço aberto para o oceano…

Estou compartilhando este projeto muito bacana publicado na Revista Projeto. Compartilho com vcs!

“Dois volumes superpostos conformam a casa em Natal concebida pela equipe de Bernardes & Jacobsen Arquitetura. Externamente, a edificação é delimitada por abrigo de pé-direito duplo, um pórtico feito com empenas de alvenaria e malha estrutural metálica, enquanto internamente a organização se dá por meio de uma caixa de madeira. É uma casa pequena se comparada com os projetos usuais no portfólio do escritório, e, por isso, interessante registro de sua produção.

Os espaços híbridos – dentro/fora -, a retícula estrutural exposta, as superfícies contínuas de um mesmo material, quase sempre a madeira, e a luminosidade onipresente: a residência na capital do Rio Grande do Norte traz todos os indícios de que, mesmo no limite da ocupação do lote – um terreno em declive localizado em condomínio particular, perto do centro da cidade -, Paulo Jacobsen, Thiago Bernardes e Bernardo Jacobsen favorecem a interação do edificado com o natural ou aberto, de modo a potencializar a escala aparente da construção.

Há um tal jogo de contrastes entre pés-direitos, proporções de ambientes ou materiais, além do cuidadoso planejamento da iluminação natural (por vezes contínua, por vezes semitransparente), que a casa parece estender-se horizontal ou verticalmente além dos seus próprios limites. Uma qualidade recorrente no trabalho dos arquitetos e que, neste caso, deriva da adoção de um partido radical em termos de isolamento doméstico.

Metade da casa, assim, é transparente, como se a construção funcionasse como somatório de ambientes sombreados pela casca em pórtico, que não interrompem o terreno com sua massa edificada.

No térreo, toda a porção direita é uma sala de estar de dupla altura e caixilhos envidraçados, através da qual se comunicam a frente e os fundos do lote.

Já da rua, tem-se a deslumbrante vista do mar, para a qual está voltado também o pavimento inferior, dedicado aos quartos de hóspedes e espaços de serviço.

Dois rebaixos apenas – um espelho d’água e uma piscina – resguardam os acessos externos ao estar do térreo, conformando ambientes intermediários junto às extremidades longitudinais da edificação.

Eles são qualificados pela iluminação filtrada pelo ripado de cumaru que os recobre, assim como pelo vão total junto ao terraço posterior, decorrente do atirantamento de um dos vértices do pavimento superior.”

Fonte: arcoweb.com.br